Ele faz uma avaliação sobre o resultado das eleições e planos futuros para a própria carreira política. Confira!


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O candidato a vice-prefeito do município de Corrente, Edilson de Araújo Nogueira, concedeu uma entrevista na Rádio Cerrado, onde falou sobre a sua participação nas eleições 2020.
 
Ele iniciou dizendo que foi candidato, junto com Filemon Paranaguá na coligação Corrente no Caminho Certo, com uma proposta de mudança para o município de Corrente. “Seria hipocrisia da minha parte dizer que não fiquei decepcionado, fiquei sim. Mas aquilo que nós ouvíamos do povo, de que queriam mudança, nós pregávamos essa mudança. Nós pregávamos um choque e uma mudança, com apoio do governador, e isso não foi assimilado, o povo disse que a atual administração é excelente!”.
 
As condições atípicas das eleições deste ano, por causa da Covid-19, foi apontada como determinante pelo advogado para o resultado. “Nós não tínhamos um contato direto com o eleitor. Não pudemos fazer comícios ou reuniões em larga escala nas comunidades onde pudéssemos levar a nossa mensagem. Em contrapartida, o prefeito tinha toda uma estrutura a seu favor, funcionários, prestadores de serviço, não sei quantos contratados querendo sustentar o seu emprego e isso pesou. Quantas mil pessoas são contratadas? Quantos professores passaram a cumprir 40 horas?

Apesar do Correnteprev, que é o futuro dos servidores de Corrente,  estar com um rombo, denunciado por nós, os professores votaram nesse prefeito, não entenderam o nosso alerta. As pessoas estavam mais preocupadas em manter o emprego, numa situação imediata. Isso nos preocupa para o futuro de Corrente”, pontuou.
 
Mesmo perdendo a eleição, Edilson disse que torce pela atual administração. “Apesar de tudo, eu não torço para o caos de Corrente, eu sou maior do que isso. Eu quero que ele faça uma boa administração”, colocou.
 
Já me candidatei várias vezes e tinha o sonho de administrar Corrente. Mas o meu sonho pode não ser o sonho de Deus. Eu posso estar caminhando em algo que não é a vontade de Deus, Tenho que fazer uma reflexão de vida. Sempre orei à Deus que seja feita a vontade Dele. Fui agredido de várias formas, a mim, à minha dignidade, à minha família. Mas estou vivo, de pé, porque a minha fé é maior".

A entrevista completa você pode acessar através deste link.