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Para Julio Cesar Antunes, esta sexta-feira (9) vai além do fim de mais uma semana de trabalho, marca o encerramento de uma trajetória de quatro décadas dedicadas ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A relação com a unidade, no entanto, começou muito
antes da vida profissional. Nascido e batizado na antiga maternidade do hospital, ele se despede agora de uma carreira construída com dedicação ao serviço público e cuidado com as pessoas.
Há 62 anos, Julio iniciou sua história no Hospital de Base, hoje administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). O vínculo que nasceu ainda na infância se fortaleceu ao longo do tempo e se transformou em missão. “O Hospital
de Base faz milagres porque tem grandes profissionais trabalhando aqui dentro”, afirma.
Julio iniciou a carreira no hospital aos 21 anos e passou por diferentes funções ao longo do tempo. “Comecei limpando o chão, depois fui para a portaria e segui para a administração, porque eu tinha facilidade de me comunicar com a população. A única coisa
destaca.
Convivência que marcou
A dedicação e o espírito de Julio impactaram também a trajetória de quem conviveu com ele no dia a dia. Há dois anos trabalhando ao seu lado, a assistente administrativa Carolina do Nascimento afirma que aprendeu observando sua relação com os pacientes. “Ele
sempre interagia com todos, conversava, se preocupava com todo mundo. Ia além para resolver o que fosse possível e ajudar a todos”, relata.
Emocionada, Carolina relembra ainda o cuidado do colega com os próprios colaboradores. “Ele perguntava se tínhamos comido, trazia lanches, se preocupava com o nosso bem-estar, oferecia apoio. Uma pessoa realmente especial, que dedicou a vida e o coração a esse
hospital”, completa.
A gerente geral de assistência à Saúde, Ana Patrícia de Paula, também destaca o empenho do servidor, que é lembrado com carinho. “Ele sempre zelou por este hospital e para que todos os pacientes fossem bem assistidos como ninguém. Tinha um respeito muito grande
pelo ser humano, um verdadeiro exemplo de pessoa”, diz.
Ao encerrar o ciclo, Julio leva consigo a gratidão e a tranquilidade de quem cumpriu sua missão. “Vou sentir falta de todos os companheiros, das equipes, dos pacientes. Conheço cada dobrinha deste hospital. Já fiz a minha parte e tentei fazer o meu melhor ao
longo desses anos”, desabafa.
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