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Projeto promove oficinas de dança e grafite em escola do Recanto das Emas

  Com fomento do FAC-DF, a iniciativa passou por outras instituições da rede pública e, agora, encerra a temporada na região administrativa ...


 Com fomento do FAC-DF, a iniciativa passou por outras instituições da rede pública e, agora, encerra a temporada na região administrativa

Entre 6 e 11 de novembro, o Centro de Ensino Médio (CEM) 804 do Recanto das Emas recebe o projeto Urbanicidade, que leva aos estudantes gratuitamente oficinas de dança e grafite. São duas turmas nos dois segmentos, com capacidade para 20 alunos no turno matutino, das 9h às 10h30 e das 10h40 às 12h.

Para garantir a realização, a proposta concorreu ao edital do FAC-DF e recebeu R$ 80 mil | Fotos: Divulgação/Secec-DF

Durante as oficinas, os alunos terão acesso aos fundamentos do grafite e à história do hip-hop, além de dados sobre a relevância dos movimentos culturais. No caso da dança, os jovens aprenderão as variações de movimento. Já sobre a arte dos muros, eles produzirão uma peça de grafismo que faça alguma menção aos monumentos da cidade.

O projeto Urbanicidade nasceu para oportunizar aos alunos o contato com a arte urbana. “Muitas escolas públicas enfrentam desafios do acesso à educação artística de qualidade. Isso significa que crianças e jovens nessas comunidades têm menos oportunidades de desenvolver habilidades criativas e culturais. Essa era uma preocupação nossa”, afirma o produtor cultural Ken Araújo.

São duas turmas nos dois segmentos (dança e grafite), com capacidade para 20 alunos no turno matutino

Para garantir a realização, a proposta concorreu ao edital do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do (Secec), e conquistou R$ 80 mil.

Desde outubro, a iniciativa já passou por duas instituições da rede pública – Escola Classe (EC) 1, no Itapoã, e Escola Classe (EC) 17 Vila Rabelo, em Sobradinho II -, e o encerramento será no CEM 804. Ao final, o projeto espera ter atendido 240 estudantes.

“Esse projeto tem como característica levar a arte como instrumento de transformação social e fomento ao protagonismo artístico”, define o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “É fundamental democratizar o acesso à cultura e promover essa oportunidade aos jovens, principalmente das regiões que tendem a ser menos alcançadas.”

Com informações da Agência Brasília

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