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Brasil enfrenta a Itália na penúltima exibição pela Liga das Nações no DF

  Confronto deste sábado (18/6) promete ser quente no duelo particular entre a central Carol, melhor bloqueadora do torneio, e a oposta Paol...

 


Confronto deste sábado (18/6) promete ser quente no duelo particular entre a central Carol, melhor bloqueadora do torneio, e a oposta Paola Egonu, uma das melhores jogadoras da atualidade

Todos os caminhos levam para um jogão de vôlei em Brasília. Neste sábado (18/6), às 15h, a Seleção Brasileira feminina encara a Itália pela Liga das Nações, no Ginásio Nilson Nelson, com expetativa de casa cheia. O confronto promete ser complicado e intenso com duelo pessoal e de altíssimo nível. As italianas são lideradas por uma das melhores jogadoras da atualidade: a oposta Paola Egonu. Do lado-verde amarelo, a central Carol é uma das peças-chave do grupo comandado pelo técnico José Roberto Guimarães.

Para seguir firme na estrada rumo ao título inédito do torneio intercontinental, as brasileiras querem mais uma vitória. O momento é bom. Em seis jogos pela Liga das Nações até aqui, o esquadrão verde-amarelo conquistou cinco vitórias e tropeçou apenas uma vez, diante do Estados Unidos, na primeira etapa, realizada em solo norte-americano.

As italianas também estão com saldo positivo na competição, porém, sofreram derrotas nas duas primeiras rodadas. Em Brasília, eles seguem 100%. Nos três compromissos anteriores na capital, as comandadas do técnico Davide Mazzanti superaram a Sérvia, República Dominicana e Alemanha.

Passando por uma renovação que vislumbra os Jogos de Paris-2024, a Seleção Brasileira se depara com uma gigante do outro lado da rede. A oposta Paolo Egonu é considerada uma das jogadoras mais eficientes do cenário mundial e vive excelente momento após colocar a Itália no topo do pódio europeu no ano passado e, de quebra, ser eleita MVP do torneio — a jogadora mais valiosa.

Para anular Egonu, não existe encarregada melhor para a missão do que a central Carol. Maior bloqueadora da competição até aqui, com 32 pontos no fundamento, ela é uma das quatro remanescentes da campanha de prata nos Jogos Tóquio-2020 e espera usar da experiência para ajudar o Brasil a triunfar novamente. “Elas vão jogar completas e têm uma das melhores atacantes do mundo, a Egonu. Não é fácil parar os ataques dela e sabemos que o nosso sistema de bloqueio e defesa precisa funcionar”, analisa a central brasileira.

Esse será o penúltimo jogo do Brasil em Brasília pela Liga das Nações. Feliz com o bom retrospecto na capital, Carol comenta o apoio dos fãs brasilienses. “A torcida de Brasília tem nos incentivado muito. A energia dos torcedores é incrível e tenho certeza que não será diferente contra a Itália”, ressalta Carol.

Estagiário sob a supervisão de Danilo Queiroz

Com informações do CB

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