Cirsten Weldon, influencer antivacina e ativista do movimento conspiracionista QAnon, morreu na última quinta-feira (6/1) após sofrer complicações causadas pela Covid-19.

Por Redação 

Apoiadora do ex-presidente Donald Trump, Cirsten Weldon, propagou mentiras para impedir que norte-americanos se protegessem do coronavírus. Entre as notícias falsas, dizia que vacinas matavam. Na última quinta-feira (6), ela morreu por complicações causadas pela covid-19.

A mulher era influencer antivacina e ativista do movimento conspiracionista QAnon. Weldon estava internada em Camarillo, na Califórnia, desde 31 de dezembro de 2021.

Em suas redes sociais, no entanto, a apoiadora do ex-presidente dos Estados Unidos omitia estar com covid alegava que passava por um quadro de pneumonia.

Atuante nas redes sociais de extrema-direita, ela usava suas plataformas para divulgar o movimento antivacina. Weldon chegou a declarar que Anthony Fauci, epidemiologista-chefe dos Estados Unidos, deveria ser assassinado.

“Vacinas matam. Não tomem. Esses idiotas são tão ingênuos. Eles estão todos se vacinando”, disse Cirsten em um de seus vídeos, gritando com pessoas que estavam na fila para tomar a dose contra o coronavírus.

Algumas das mentiras propagadas por Weldon em 2021 diziam que Joe Biden, atual presidente dos Estados Unidos, tinha sido comprado pela China para testar armas climáticas no Texas.

Da Redação do Agenda Capital