A Polícia Militar recolheu pistola 9 mm em posse de agente do GSI em Taguatinga. Armamento estava registrado em nome do ex-presidente
A arma, uma pistola Glock, 9 mm, estava em posse do servidor Estácio Leite da Silva. Na delegacia, o policial militar relatou a situação.
"No momento da abordagem, percebi uma pistola no assoalho do carro. O motorista, de forma repentina, fechou o vidro do veículo. Diante disso, abri a porta do condutor e recolhi a arma. Solicitei que ele encostasse o veículo no acostamento, ocasião em que desceu e declarou ser integrante do GSI, afirmando que trabalhava com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Solicitei os documentos do veículo e a funcional do abordado para verificar a autenticidade das informações. Após análise, constatei que realmente se tratava de servidor do GSI e que o veículo era oficial da Presidência da República", destaca o trecho.
O homem afirmou que a arma pertence a Bolsonaro, que apresentou defeito e que ele retirou da casa do ex-presidente para levar para manutenção. Na decisão, Moraes destaca que Bolsonaro mantinha uma arma de fogo em casa, com carregador sobressalente, e determina que a defesa se manifeste sobre o caso, apresentando explicações. A manifestação deve ser imediata.
O magistrado também mandou o comandante do 19º Batalhão de Polícia Militar, o tenente-coronel Allenson Nascimento, explicar se está vistoriando todos os veículos que entram e saem da casa de Bolsonaro, como foi determinado pelo Supremo. O batalhão é o responsável pela fiscalização do cumprimento de medidas cautelares.
Com informações do CB
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