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BRB nega ter pedido mais prazo ao Banco Central para entregar balanços

 


Instituição afirma manter diálogo técnico com o BC, diz que negociações sobre empréstimo de R$ 6,6 bilhões seguem em andamento e garante operar normalmente

O Banco de Brasília (BRB) negou que tenha pedido mais tempo ao Banco Central para a entrega dos balanços financeiros em atraso. A informação teria surgido após o encontro do presidente do BRB, Nelson de Souza, com Gabriel Galípolo, presidente do BC, que ocorreu nessa segunda-feira (27/7). O conteúdo da reunião não foi divulgado. 
Os balanços estão atrasados desde junho de 2025, e o prazo para apresentá-los venceu em 31 de março. Ao Correio, a instituição financeira informou que mantém “diálogo permanente, técnico e transparente com o regulador, prestando todas as informações requeridas no âmbito da supervisão prudencial em conformidade com as normas aplicáveis”.

Sobre a capitalização do banco e o empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que aguarda a conclusão das negociações para a liberação dos recursos, a instituição esclareceu que as tratativas seguem em andamento, “conforme previsão no acordo homologado pelo STF”. O acordo foi firmado em 28 de maio, com mediação do ministro Luiz Fux. A previsão era de que o empréstimo saísse até o fim de julho.

O BRB finalizou a nota reafirmando sua confiança na conclusão das medidas previstas para o fortalecimento da instituição e destacou que segue operando normalmente. 

Leia a nota na íntegra:

O BRB informa que nenhuma solicitação de extensão de prazo para entrega das suas demonstrações financeiras foi realizada junto ao Banco Central. A instituição mantém diálogo permanente, técnico e transparente com o regulador, prestando todas as informações requeridas no âmbito da supervisão prudencial, em conformidade com as normas aplicáveis.

Em relação à capitalização do Banco, esclarece que as tratativas relacionadas à operação de empréstimo junto ao FGC seguem em andamento, conforme previsão no acordo homologado pelo STF.

O Banco mantém sua confiança na conclusão das medidas previstas para o fortalecimento de sua posição de capital e segue operando normalmente.

Com informações do CB


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