De um lado, a emoção da Copa do Mundo. Do outro, a responsabilidade das eleições gerais.
No futebol, milhões de torcedores vestem a camisa da Seleção Brasileira. Durante noventa minutos, pouco importa a origem, a profissão ou a opinião política. O que todos desejam é a vitória do Brasil.
Na democracia acontece algo semelhante. As campanhas movimentam cidades, despertam debates e apresentam projetos para o futuro do país. É um período em que candidatos pedem a confiança do eleitor, enquanto a população analisa propostas e escolhe seus representantes.
Mas existe uma diferença fundamental.
Na Copa do Mundo, apenas uma seleção levanta a taça.
Na democracia, o verdadeiro vencedor deve ser o povo brasileiro.
Os candidatos passam. Os mandatos terminam. As eleições se encerram. Mas as decisões tomadas nas urnas influenciam a vida das famílias, da economia, da saúde, da educação, da segurança e do desenvolvimento do país durante anos.
Por isso, a eleição não deve ser encarada como uma disputa entre adversários, mas como uma oportunidade para fortalecer a democracia e construir soluções para os desafios do Brasil.
Assim como o torcedor espera dedicação, disciplina e espírito de equipe dos jogadores da Seleção, o eleitor também espera honestidade, competência, equilíbrio e compromisso de quem deseja exercer um cargo público.
Quando termina a Copa, todos continuam sendo brasileiros.
Quando termina a eleição, também continuamos sendo um só povo.
Que possamos torcer pelo Brasil dentro e fora dos estádios, respeitar as diferenças e lembrar que o maior troféu de uma democracia é uma sociedade unida, participativa e comprometida com um futuro melhor.
O maior campeão que o Brasil pode consagrar é o seu próprio povo.
Portal de Noticias e comunicação do Onildo Alves
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