Informação, participação e respeito às diferenças marcam a caminhada até as urnas
Brasília — Setembro de 2026
O Distrito Federal vive um momento importante de sua vida democrática. Com as eleições de 2026 se aproximando, o debate político ganha espaço nas ruas, nos meios de comunicação, nas redes sociais e nas instituições públicas.
Mas, antes de partidos, nomes e disputas eleitorais, existe uma questão fundamental: o papel do cidadão em uma democracia.
No dia 4 de outubro, os eleitores do Distrito Federal irão às urnas para escolher representantes para diferentes cargos. O eleitorado do DF reúne aproximadamente 2,2 milhões de pessoas, distribuídas em centenas de locais de votação.
É um momento em que cada cidadão terá a oportunidade de exercer seu direito de escolha.
DEMOCRACIA É MAIS DO QUE VOTAR
A democracia não começa e termina no dia da eleição.
Ela também está presente na liberdade de apresentar ideias, no direito de discordar, na fiscalização dos governos, na atuação do Legislativo, na liberdade de imprensa e na participação da sociedade.
A própria Câmara Legislativa do Distrito Federal destaca, em sua programação sobre as eleições, o papel da população na fiscalização do governo e os instrumentos de controle disponíveis ao cidadão.
Isso significa que o eleitor não precisa acompanhar a política apenas durante o período eleitoral.
É importante acompanhar o que acontece depois das urnas.
UM CENÁRIO DE DISPUTA E DIVERSIDADE DE POSIÇÕES
A eleição para o Governo do Distrito Federal reúne diferentes candidaturas e correntes políticas. A lista oficial de candidaturas disponível em 17 de setembro apresenta situações jurídicas distintas entre os candidatos, incluindo registros deferidos e registros ainda em situação de recurso.
As pesquisas eleitorais também mostram que o cenário pode variar conforme o instituto, a data da coleta e os nomes apresentados em cada simulação.
Por exemplo, levantamento do Datafolha divulgado em setembro apresentou diferentes cenários para a disputa pelo Palácio do Buriti, enquanto pesquisa AtlasIntel publicada anteriormente apontou um cenário diferente em simulação de segundo turno.
Esses números são fotografias de determinados momentos, e não resultados eleitorais.
Por isso, pesquisa deve ser compreendida como instrumento de informação sobre determinado período, e não como substituto da decisão do eleitor.
O QUE ESTÁ EM JOGO PARA O DISTRITO FEDERAL?
Além da escolha de pessoas e partidos, a eleição envolve discussões sobre os problemas concretos da população.
Saúde pública.
Educação.
Segurança.
Transporte e mobilidade.
Moradia.
Emprego e renda.
Desenvolvimento econômico.
Meio ambiente.
Serviços públicos.
Qualidade de vida nas regiões administrativas.
Esses temas fazem parte da vida cotidiana de milhões de pessoas.
Por isso, uma democracia saudável precisa de debate sobre propostas, acompanhamento das ações públicas e cobrança de resultados.
O ELEITOR PRECISA TER ESPAÇO PARA PENSAR
Em uma sociedade democrática, pessoas podem chegar a conclusões diferentes diante das mesmas informações.
E isso faz parte da democracia.
O cidadão pode concordar com determinada proposta, discordar de outra, questionar candidatos, comparar programas e mudar de opinião.
O importante é que essa decisão seja tomada de maneira consciente e livre.
A informação jornalística tem justamente uma função importante nesse processo: apresentar fatos, contextualizar acontecimentos e oferecer elementos para que o cidadão forme sua própria opinião.
RESPEITAR QUEM PENSA DIFERENTE
Talvez uma das maiores provas de maturidade democrática seja aprender a conviver com a diferença.
O eleitor pode defender uma candidatura.
Seu vizinho pode defender outra.
Um familiar pode pensar de maneira diferente.
E todos continuam sendo cidadãos com direitos políticos.
Discordar não precisa significar desrespeitar.
Debater não precisa significar atacar.
Questionar não significa necessariamente ser contra.
E defender uma ideia não significa ter o direito de impedir que outra pessoa pense diferente.
A DEMOCRACIA PRECISA DA PARTICIPAÇÃO DO CIDADÃO
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal vem trabalhando na organização do processo eleitoral. Em setembro, o TRE-DF informou que havia analisado 96,3% dos pedidos de registro de candidatura, dentro do calendário estabelecido para as eleições.
Também está sendo planejada uma operação integrada de segurança para garantir a normalidade da votação no Distrito Federal.
Tudo isso demonstra que uma eleição envolve muito mais do que a propaganda eleitoral.
Existe uma estrutura institucional para que o cidadão possa exercer seu direito de voto.
Mas nenhuma estrutura democrática funciona plenamente sem participação popular.
A ESCOLHA PERTENCE AO ELEITOR
Neste momento político do Distrito Federal, talvez a principal mensagem seja simples:
informe-se.
Conheça as propostas.
Observe os debates.
Verifique informações.
Compare o que é apresentado pelos candidatos.
Acompanhe o histórico público dos que disputam os cargos.
Conheça também as atribuições de cada função que será escolhida.
E, principalmente, participe.
O eleitor não precisa receber uma decisão pronta.
A democracia existe justamente porque a decisão pertence ao cidadão.
O Portal do Onildo Alves pretende contribuir para esse processo com informação, respeito às diferenças e espaço para o debate democrático.
Sem lado partidário.
Sem escolher pelo eleitor.
Sem transformar informação em propaganda.
Porque, no final, a decisão é individual.
DEMOCRACIA SE FAZ COM PARTICIPAÇÃO
O Distrito Federal chega às eleições de 2026 diante de diferentes ideias, propostas e visões sobre o futuro da Capital Federal.
A democracia permite que essas diferenças sejam apresentadas.
Permite que sejam questionadas.
Permite que sejam debatidas.
E permite que cada eleitor faça sua própria escolha.
Democracia é liberdade com responsabilidade.
É direito de escolher.
É dever de acompanhar.
É liberdade para discordar.
É respeito pelo diferente.
E é, acima de tudo, participação cidadã.
No dia 4 de outubro, a decisão estará nas mãos do eleitor.
E depois da eleição, a democracia continuará.
Porque votar é apenas uma parte do processo.
Participar, acompanhar e cobrar também fazem parte da cidadania.
Portaldonildoalves — informação, cidadania e respeito à democracia.
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